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Mostrando postagens de Janeiro, 2011

IMPOSSIBILIDADES

Terreiro em Camaçari é vítima de intolerância religiosa

O Reveillon de 2011 teve um gosto amargo para os filhos e filhas da casa de axé Ilê Axé Iji Omin Toloyá, localizada em Areias, Camaçari, município componente da Região Metropolitana de Salvador (RMS). Armado com um porrete, um evangélico invadiu o lugar e destruiu artefatos religiosos de valor inestimável. Acuado dentro de casa, onde se refugiou, o babalorixá José Livramento Júnior chamou a polícia, que deteve o agressor. Porém, enquanto a viatura estava a caminho, o estrago foi grande. Após ter destruído a casa dos santos, lugares dedicados a preces e rituais, Gilton avançou furioso sobre um veículo Gol, de propriedade do babalorixá. Em seguida, destruiu completamente uma máquina de lavar, que ficava numa lavanderia fora da casa.
Após lançar sua fúria sobre bens simbólicos e materiais, o rapaz tentou invadir a casa de Livramento, tentando arrombar a porta. De acordo com relatos do pai de santo, ele gritava que teria vindo salvar as pessoas do ‘inimigo’. “Não tenha dúvida da dor, que t…

Uma Dica Cultural... Confiram a Exposição Ori Orixá

O antropólogo Vilson Caetano e o artista plástico Rodrigo Siqueira convidam-no (a) para a exposição Ori, Orixá.
Trata-se do primeiro trabalho do Projeto Brail com Arte's, que visa valorizar as matrizes da cultura brasileira.

A exposição marca o lançamento da Galeria de Arte da Petrobras, iniciativa que fomenta a troca cultural entre a forrça de trabalho da Companhia.

Dia: 21 de janeiro (sexta-feira)
Hora: 16h às 20h
Local: av. Antônio Carlos Magalhães, nº 1113, Pituba, Salvador - Prédio da Petrobrás (térreo)
Entrada Gratuita

Juiz reconhece união estável entre mulheres

Veículo: Conjur
Data: 14/01/2011
Estado: SP

Com base nos princípios constitucionais da igualdade e da dignidade da pessoa humana, a 2ª Vara da Família e Sucessões de São Paulo reconheceu como união estável o relacionamento entre duas mulheres. Para defensores públicos que atuam na área de Direito de Família na capital do estado, a decisão é um importante precedente diante da resistência de juízes paulistas de primeira instância em reconhecer uniões estáveis homoafetivas.

O casal procurou a Defensoria Pública para que fosse garantido a uma delas, que é australiana, o direito de permanecer no país. O pedido já havia sido feito no Conselho Nacional de Imigração, mas o processo foi suspenso porque havia a necessidade de reconhecimento da união estável entre ela e sua companheira.

A defensora Ana Bueno de Moraes, responsável pela ação, afirmou que ficou evidente a afinidade de interesse e a similaridade de pensamento e valores entre o casal, "compartilhando o mesmo ideal de constituir famí…